Bem-vindo ao site do Haras Jaguaruana, conheça aqui nossos garanhões e matrizes da raça Quarto de Milha x

Características Raciais

  • APARÊNCIA – de força e tranquilidade. Quando não trabalhando, deve conservar-se calmo, mantendo a própria força sob controle. Na posição parado, mantém-se reunido, com os posteriores sob a massa, apoiando nos quatro pés, podendo partir rapidamente em qualquer direção.
  • PELAGEM – admite-se que a pelagem do Quarto de Milha possa ser alazã, alazã tostada, baia, baia amarilha ou palomina, castanha, rosilha, tordilha, lobuna, preta e zaina. Não serão admitidos, para registro, animais pampas, pintados e brancos, em todas as suas variedades.
  • ANDAMENTO – harmonioso, em reta, natural, baixo. O pé é levantado livremente e recolocado de uma só vez no solo, constituindo-se no trote de campo.
  • ALTURA – são cavalos cuja altura é, em média, de 1,50 m. São robustos e muito musculados.
  • PESO – 500 quilogramas, em média.
  • CABEÇA – pequena e leve. Em posição normal, deve-se ligar ao pescoço em ângulo de 45º. Perfill anterior reto.
  • FACES – cheias, grandes, muito musculosas, redondas e chatas, vistas de lado; discretamente convexas e abertas de dentro para fora, vista de frente, o que proporciona ganachas bem mais largas que a garganta. Desta forma, a flexão da cabeça é muito acentuada, permitindo grande obediência às rédeas.
  • FRONTE – ampla.
  • ORELHAS – pequenas, alertas, bem distanciadas entre si.
  • OLHOS – grandes e, devido ao fato de a testa ser larga, bem afastados entre si permitindo um amplo campo visual, tanto para a frente como para trás, ao mesmo tempo, com o mesmo olho.
  • NARINAS – grandes.
  • BOCA – pouco profunda, permitindo grande sensibilidade às embocaduras.
  • FOCINHO – pequeno.
  • PESCOÇO – comprimento médio. Deve inserir-se no tronco em ângulo de 45º porém, bem destacado do mesmo. Somente a JUNÇÃO entre o pescoço e a cernelha deve ser gradual.
  • O BORDO INFERIOR – do pescoço é comparativamente reto e deve destacar-se nitidamente do tronco assegurando flexibilidade.
  • O BORDO SUPERIOR – é reto, quando o cavalo está com a cabeça na posição normal.
  • GARGANTA – estreita, permitindo grande obediência às rédeas.
  • MUSCULATURA – bem pronunciada, tanto vista de lado, como de cima. As fêmeas têm pescoço proporcionalmente mais longo, garganta mais estreita e desenvolvimento muscular menor. O Quarto de Milha, quando em trabalho, mantém a cabeça baixa, podendo, assim, usá-la melhor e permitindo ao cavaleiro uma perfeita visão sobre ela.
  • TRONCO – da cernelha ao lombo deve ser curto e bem musculado: Não “selado” especialmente nos animais de lida. Isto permite mudanças rápidas de direção e grande resistência ao peso do cavaleiro e arreamentos. De perfil, é aceitável o declive gradual de 5º a 8º da garupa à base da cernelha. O vértice da cernelha e a junção do lombo com a garupa devem estar aproximadamente no mesmo nível.
  • CERNELHA – bem definida, de altura e espessura médias.
  • DORSO – bem musculado ao lado das vértebras e, visto de perfil, com muita discreta inclinação de trás para frente. Tendo aparência semi-chata, o arreamento comum deve cobrir toda essa área.
  • LOMBO – curto, com musculatura acentuadamente forte.
  • GARUPA – longa, discretamente inclinada, para permitir ao animal manter os posteriores normalmente embaixo da massa (engajamento natural).
  • PEITO – profundo e amplo. O peito visto de perfil, deve ultrapassar nitidamente a linha dos antebraços, estreitando-se porém, no ponto superior da curvatura, de forma a diferenciar-se nitidamente do pescoço. Vista de frente, a interaxila tem forma de “V” invertido, devido à desenvolvida musculatura dos braços e antebraços.
  • TÓRAX – amplo, com costelas largas, próximas, inclinadas, elásticas. O cilhadouro deve ser bem mais baixo que o codilho.

Membros Anteriores

  • ESPÁDUA – deve ter ângulo de aproximadamente 45º , denotado, equilíbrio e permitindo a absorção dos choques transmitidos pelos membros.
  • BRAÇOS – musculosos, interna e externamente.
  • ANTEBRAÇOS – o prolongamento da musculatura interna dos braços proporciona ao bordo inferior do peito, quando visto de frente, a forma de “V” invertido, dando ao cavalo a aparência atlética e saudável. Externamente, a musculatura do antebraço também é pronunciada. O comprimento do antebraço é um terço a um quarto maior que a canela.
  • JOELHOS – vistos de frente são cheios, grandes e redondos; vistos de perfil, retos e sem desvios.
  • CANELAS – não muito curtas. Vistas de lado, são chatas, seguindo o prumo do joelho ao boleto; vista de frente, igualmente sem desvios.
  • QUARTELAS – de comprimento médio, limpas, em ângulo de 45º, idêntico a da espádua, e continuam pelos cascos com a mesma inclinação.
  • CASCOS – de tamanho médio, formato aproximadamente semi-circular, com talões bem afastados, sem desvios.

Membros Posteriores

  • COXAS – longas, largas, planas, poderosas, bem conformadas, fortemente musculadas, mais largas que a garupa
  • SOLDRA – recoberta por musculatura bem destacada, poderosa.
  • PERNAS – muito musculosas. Essencialmente importante é o desenvolvimento muscular homogêneo, tanto interna, quanto externamente.
  • JARRETES – baixos. Por trás, são largos, limpos, aprumados; de perfil, largos, poderosos, estendendo-se em retaaté os boletos.
  • CANELAS – mais largas, discretamente mais longas e mais grossas que as anteriores. De lado, são chatas. São convenientes canelas mais curtas, tornando o jarrete mais próximo do solo, permitindo voltas rápidas e paradas curtas.
  • * APTIDÃO
  • O Quarto de Milha tem extrema docilidade, conseguindo partidas rápidas, paradas bruscas, grande capacidade de mudar de direção e enorme habilidade de girar sobre si mesmo. É adaptável a qualquer situação, transformando-se em instrumento de força, transporte e difícil de ser derrotado em provas eqüestres, além de melhorador de plantel. Considerado o cavalo mais versátil do mundo, é usado nas modalidades de Conformação, Trabalho e Corrida.

* FONTE: SITE ABQM